

O Grupo de Teatro do Oprimido "Depois dos ...entas" do Centro Social e Cultural da Casa do Povo de Fajã de Baixo em Ponta Delgada apresentou o espectáculo de Teatro Fórum "O Roubo da Mala", a sua primeira criação, no passado 19 de Junho de 2008.Os actores e actrizes Fernanda Vieira (68), Joana Sousa (65), Fátima Lopes (60), Inês Pacheco (74), Leontina Ávila (78), Amílcar Silva (56) e Almerinda Botelho (61) estreiaram se no Teatro Fórum acompanhados pelas Sofia Correia e Rita Ferreira (Assistente Social e Animadora Sócio Cultural) que fizeram a sua estreia como curingas.
O evento realizou-se no Centro Social e Cultural da Casa do Povo de Fajã de Baixo e contou com a participação de cerca de 30 pessoas que assistiram atentamente à peça apresentada as curingas tiveram 5 pessoas da plateia a substituir a oprimida.
O evento realizou-se no Centro Social e Cultural da Casa do Povo de Fajã de Baixo e contou com a participação de cerca de 30 pessoas que assistiram atentamente à peça apresentada as curingas tiveram 5 pessoas da plateia a substituir a oprimida.
“O Roubo da Mala”
O espectáculo apresentado retrata a situação de insegurança e de opressão a que os idosos, na sua maioria, estão sujeitos diariamente, sendo disso exemplo os roubos em via pública e as baixas reformas.
Assim sendo Linette, idosa com 72 anos de idade, entra em cena queixando-se do valor baixo da sua reforma, bem como do aumento dos bens diários. Realça-se o estado debilitado da sua saúde, encontrando uma vizinha e estabelecendo um pequeno diálogo sobre este assunto.
Ainda à porta de sua casa, Linette é abordada por duas ladras disfarçadas de turistas que lhe roubam a mala, enquanto pedem informações sobre um determinado local. Linette entra em pânico uma vez que se apercebe do roubo e nada pode fazer dado o estado debilitado da sua saúde, e grita por auxílio. É então que aparece um polícia que toma nota da ocorrência, bem como uma vizinha e sua filha que para evitar problemas não ajudam de forma nenhuma.
No meio deste diálogo, avistam-se as ladras e o polícia corre para as apanhar, alcançando, apenas, as cabeleiras e perdendo de vista as supostas turistas em fuga.
O espectáculo apresentado retrata a situação de insegurança e de opressão a que os idosos, na sua maioria, estão sujeitos diariamente, sendo disso exemplo os roubos em via pública e as baixas reformas.
Assim sendo Linette, idosa com 72 anos de idade, entra em cena queixando-se do valor baixo da sua reforma, bem como do aumento dos bens diários. Realça-se o estado debilitado da sua saúde, encontrando uma vizinha e estabelecendo um pequeno diálogo sobre este assunto.
Ainda à porta de sua casa, Linette é abordada por duas ladras disfarçadas de turistas que lhe roubam a mala, enquanto pedem informações sobre um determinado local. Linette entra em pânico uma vez que se apercebe do roubo e nada pode fazer dado o estado debilitado da sua saúde, e grita por auxílio. É então que aparece um polícia que toma nota da ocorrência, bem como uma vizinha e sua filha que para evitar problemas não ajudam de forma nenhuma.
No meio deste diálogo, avistam-se as ladras e o polícia corre para as apanhar, alcançando, apenas, as cabeleiras e perdendo de vista as supostas turistas em fuga.
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